Fórum Mundial da Água

Notícias – Fórum

Evento em Foz do Iguaçu discute segurança hídrica no Brasil e na América Latina

Publicado em: 19/01/2018

Associações de jovens e representantes de Itaipu Binacional estão entre os palestrantes

Foz do Iguaçu recebe no dia 23 de janeiro o evento Rumo a Brasília 2018, reunião preparatória para o 8º Fórum Mundial da Água, que será sediado pela capital do país em março do próximo ano.

Um dos painéis discutirá “Segurança hídrica, gestão participativa e desenvolvimento regional sustentável”. Participarão da mesa Ariel Scheffer, Simone Benassi e Sérgio Paulo de Oliveira, representando Itaipu Brasil; Daniel Alejandro Vásquez Bado, do Centro Internacional de Hidroinformática de Itaipu Paraguai; Guilherme Karan, coordenador de Estratégias de Conservação, da Fundação Boticário.

“Itaipu é um exemplo de relação altamente positiva entre dois países na gestão de recursos hídricos, isso dialoga diretamente com o tema do 8º Fórum Mundial da Água, que é Compartilhando Água”, afirma Mônica Queiroz, curadora da programação do Rumo a Brasília 2018.

Outro debate envolverá as questões da água no Brasil, na América Latina e no mundo sob o olhar da juventude. Estarão presentes João Paulo Angeli, representante do Parlamento Nacional da Juventude pela Água; Rodrigo Aria Ramirez, coordenador do Fórum Paraguaio Água e Juventude; Karini Scarpari, do Coletivo Jovem da Bacia do Paraná; e Joyce Mendes, do Observatório dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável do Oeste do Paraná.

Haverá ainda um depoimento de Cleci loffi, prefeita da cidade de Mercedes e presidente do Conselho dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu, e também a apresentação da orquestra Viola Lindeira, uma parceria entre Itaipu Binacional e o Instituto Viola Caipira para a formação de músicos que envolve crianças e adolescentes.

O objetivo geral do encontro é integrar academia, governo, empresas, associações e organizações não governamentais e vozes da sociedade civil para produzir propostas e soluções nas esferas econômica, política, tecnológica e cultural para levar aos debates em Brasília.

O evento, que já passou por cinco cidades, pretende deixar um legado de capacitação e conscientização da sociedade sobre a água como fio condutor do desenvolvimento social, econômico e sustentável de uma nação.

Rumo a Brasília 2018 é uma iniciativa da Seção Brasileira do Conselho Mundial da Água e acontece em cinco capitais brasileiras e duas latino-americanas. O evento já foi sediado pelas cidades de Belém, Belo Horizonte, Tijuana (México) e Santiago (Chile) e São Paulo. Depois de Foz do Iguaçu, a cidade de Salvador receberá a última edição antes do 8º Fórum Mundial da Água.


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Publicado em: 19/01/2018

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8º Fórum Mundial da Água já conta com inscritos de 95 países diferentes

Publicado em: 18/01/2018

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8º Fórum Mundial da Água já conta com inscritos de 95 países diferentes
Segundo lote de ingressos está disponível até 28 de fevereiro; evento terá 215 sessões temáticas na programação
O segundo lote de inscrições para o 8º Fórum Mundial da Água já está disponível no site do evento até 28 de fevereiro.

O primeiro lote de inscrições, com preços promocionais, foi encerrado no dia 10 de janeiro e alcançou 1.242 inscritos de 95 países.

Além do Brasil, estão na lista países como Austrália, Bélgica, Indonésia, Argentina, Canadá, Moçambique, China, Dinamarca, Japão, França, Palestina, Irã, Iraque, Israel, Itália, México, Portugal, Sérvia, África do Sul, Colômbia, Uruguai, Bolívia, Peru, Etiópia, Estados Unidos e Turquia.

O Fórum terá 215 sessões temáticas e trará para Brasília, entre 18 e 23 de março, os maiores especialistas do planeta sobre o tema da água.

O evento reunirá representantes de governos, empresas, organizações não-governamentais, academia e sociedade civil. O Brasil é o primeiro país do Hemisfério Sul a sediar uma edição do Fórum Mundial da Água.

Na agenda, estão temas como mudanças climáticas, gestão de recursos hídricos, saneamento e saúde, ecossistemas, biodiversidade, segurança hídrica e produção sustentável.

Mais de dez chefes de Estado e de governo são esperados em Brasília e o evento deve contar, ao todo, com cerca de 10 mil inscrições de mais de 150 países.

Contando com a Vila Cidadã, um espaço de entretenimento e educação gratuito e aberto a toda a população, deverão circular pelo Fórum cerca de 45 mil pessoas.

8º Fórum Mundial da Água

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos e é uma iniciativa do Conselho Mundial da Água, uma organização internacional com sede em Marselha, França, composta por representantes de governos, academia, sociedade civil, empresas e organizações não governamentais, formando um significativo espectro de instituições relacionadas com o tema água.

O evento é organizado no Brasil pelo Conselho Mundial da Água (WWC), pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), representado pela Agência Nacional das Águas (ANA), e pelo Governo do Distrito Federal, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa). A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) é integrante do Comitê Organizador Nacional (CON).

As sete edições anteriores foram realizadas em Marrakesh (Marrocos, 1997), Haia (Holanda, 2000), Kyoto (Japão, 2003), Cidade do México (México, 2006), Istambul (Turquia, 2009), Marselha (França, 2012) e Gyeongju e Daegu (Coréia do Sul, 2015).

8º Fórum Mundial da Água / 8th World Water Forum
Brasília, 18 a 23 de março de 2018
Debates: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Vila Cidadã: Estádio Nacional Mané Garrincha
Imprensa: Daniela Martins – (61) 3039 8539 / daniela.martins@worldwaterforum8.org
Flávia Medeiros – (61) 3039 8539 / flavia.medeiros@worldwaterforum8.org


Não há solução mágica para crise da água, diz presidente do Conselho Mundial

Publicado em: 18/01/2018

foto josé cruz agência brasil

Presidente do Conselho Mundial da Água desde 2012, o professor Benedito Braga está à frente do órgão que realizará o 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília, entre os dias 18 e 23 de março, o primeiro em um país do Hemisfério Sul.

Professor titular de Engenharia Civil e Ambiental na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e Ph.D em recursos hídricos pela Stanford University, dos Estados Unidos, Braga diz que não existe solução mágica para os problemas hídricos e defende que a água tratada não pode ser de graça, pois existem custos para levar água de qualidade para a população.

“A água não pode ser oferecida de graça porque quando essa água está na natureza e nós a tomamos da natureza, nós temos que tratá-la para que ela possa ser servida para a população. Na natureza, mesmo do rio mais límpido, aquela água não está em condições de ser servida com segurança à população. Então, há necessidade de investimentos em obras e serviços. E essas ações custam dinheiro e tem que ser pagas”, disse.

O Conselho Mundial da Água é responsável pelo acompanhamento da questão em todo mundo há mais de 30 anos e foi fundamental para que as Nações Unidas incluíssem em suas diretrizes a água como direito humano fundamental.

Veja abaixo a entrevista do presidente do conselho à Agência Brasil:

Agência Brasil: O que se pode esperar do fórum?

Benedito Braga: Se nós alcançarmos o nosso objetivo, que é aproximar a comunidade científica e técnica da comunidade tomadora de decisão, que é a classe política, já teremos dado um grande passo. Afinal, é por isso que nós temos trabalhando ao longo de vários anos, preparando-nos para trazer para o fórum ministros, prefeitos, governadores, chefes de Estados para discutirem juntos, de uma forma próxima dos técnicos, que são os têm as soluções para os problemas. A partir daí, motivar essa classe política da importância da água, de conservá-la, de fazer o seu uso racional, da importância de se ter orçamento para obras hídricas, para que os nossos rios não sejam tão poluídos.

Agência Brasil: Como é possível bancar os investimentos em um produto como água que normalmente as pessoas esperam que é de graça?

Benedito Braga: A água não pode ser oferecida de graça porque quando essa água está na natureza e nós a tomamos da natureza, nós temos que tratá-la para que ela possa ser servida para a população. Na natureza, mesmo do rio mais límpido, aquela água não está em condições de ser servida com segurança à população. Então, há necessidade de investimentos em obras e serviços. E essas ações custam dinheiro e tem que ser pagas. Se as pessoas que se utilizam desses serviços não pagam através da tarifa, alguém vai ter que pagar, ou seja, o contribuinte dos impostos de uma forma geral. Isso quer dizer que só existem duas alternativas ou são pagas através das tarifas ou através dos impostos. Então, é melhor que sejam pagas através das tarifas porque são aqueles que estão consumindo que tem que pagar pelo direito de ter aquela água de boa qualidade na sua torneira.

Agência Brasil: E como fazer com as comunidades extremamente pobres que não têm como pagar a tarifa?

Benedito Braga: Eles teriam, sim, o direito a essa água. E o que temos que fazer é criar uma estrutura tarifária em que os mais pobres paguem menos e aqueles que têm melhores condições paguem mais, de tal maneira, que a soma dos fatos resulte no pagamento dos custos relacionados com o provimento daquela água, nas condições seguras para consumo. Hoje, por exemplo, no estado de São Paulo, a Sabesp [companhia de água estadual] já tem esse sistema onde existe uma tarifa social que é reduzida para a população de baixa renda.

Agência Brasil: Com as experiências que conhece, qual citaria para servir de modelo?

Benedito Braga: Na verdade, não temos soluções mágicas. As soluções têm custos e temos que adotar aquelas que minimizem esses custos. Podemos usar tanto sistemas superficiais, como de água subterrânea ou o reúso de água e nisso não há, digamos, um modelo a ser seguido. Eu posso dar um exemplo de reúso de água na Namíbia, na África, numa região muito seca, para prover água potável e que é uma solução muito interessante, sustentável. Nós temos na região da cidade do México, o reúso de água para a agricultura. Mas é bom lembrar que o serviço de água e esgoto é muito tradicional, o que varia são detalhes tecnológicos, mas o processo é sempre de coleta da água, a desinfecção dessa água e o suprimento para a população.

Agência Brasil: Quando se discute o uso da água, o saneamento perde destaque. O 8º Fórum Mundial da Água vai abordar a questão do saneamento?

Benedito Braga: Sem dúvida. E não só saneamento, mas a forma de financiar o saneamento. Vamos ter um painel de alto nível para discutir esse assunto, abordando especialmente a questão do envolvimento de agentes públicos e de agentes privados no provimento do saneamento. Toda essa discussão vai acontecer durante o fórum. Precisamos que seja uma discussão muito séria sobre o financiamento dos serviços de água e saneamento, de sua infraestrutura na América Latina, na Ásia, na África.

Agência Brasil: Ser presidente do Conselho Mundial da Água certamente permite uma visão dos problemas relacionados à água em escala mundial. Como lidar com essa diversidade?

Benedito Braga: A posição de presidente do Conselho Mundial da Água dá essa oportunidade de olhar o problema em todo o planeta desde as regiões mais desenvolvidas dos países do Hemisfério Norte até os países do Hemisfério Sul onde, aliás, há soluções muito interessantes também. Eu cito sempre um exemplo de financiamento do setor de saneamento que a Agência Nacional de Água criou que é o pagamento pelo esgoto tratado, uma forma de financiar mais eficiente do que colocando dinheiro diretamente, que muitas vezes não é usado de forma eficiente. Essa oportunidade de interagir com vários países, com comunidades as mais diferenciadas, é extremamente gratificante.

Fonte: Agência Brasil


“Queremos ver soluções que possam ser utilizadas a longo prazo”, diz presidente do Conselho Mundial da Água

Publicado em: 16/01/2018

11/01/2018. Crédito: Antônio Cunha/CB/D.A Press. Brasil. Brasília - DF. O presidente do Conselho Mundial da Água (WWC), Benedito Braga, em entrevista durante o evento sobre o consumo consciente da água, no Museu Nacional da República.

O presidente do Conselho Mundial da Água, Benedito Braga, destaca a importância de apresentar soluções de longo prazo para os problemas de abastecimento de água. Ele afirma que um dos objetivos do Fórum Mundial da Água é influenciar a classe política e os tomadores de decisão.

Braga destaca que a conscientização para o cuidado com a água tem que ser levada para todas as nações e lembra que a oitava edição do Fórum vai discutir questões de soberania de território e compartilhamento de recursos hídricos.

“Se nós não tivermos uma boa gestão da água no contexto regional e transfronteiriço, podemos ter conflitos. Hoje, a questão de guerras pela água é algo um pouco retórico, mas tem o sentido de incentivar os países a cuidar bem da água e ter políticas de compartilhamento racional e eficiente”, afirma.

Confira abaixo a íntegra da entrevista concedida ao repórter Pedro Grigori, do jornal “Correio Braziliense”, no dia 11 de janeiro:

Pela primeira vez na história, o fórum será realizado no hemisfério sul. O que levou à escolha do Brasil e de Brasília?

Houve, no âmbito do conselho, uma disputa entre diferentes países para acolher o fórum. Mas o Brasil tem 12% da água doce do planeta e a maior bacia hidrográfica do mundo, além de um sistema de gerenciamento de recursos hídricos muito sofisticado e avançado, em que temos a participação da sociedade civil. Há um acúmulo de conhecimento e instrumentos de gestão no país que fizeram com que os membros do conselho escolhessem o Brasil. E, à época da escolha, o Governo de Brasília tinha grande interesse de fazer o evento aqui, na capital.

Brasília recebe o Fórum Mundial da Água em meio ao racionamento. Esse fator é considerado um problema ou um dificultador da realização do evento?

Nós entendemos que o governo do DF vai tomar as medidas necessárias para garantir a disponibilidade de água durante o fórum. O racionamento está levando ao uso mais eficiente da água e, mesmo não tendo o recurso em plenitude, não representará uma dificuldade. Além disso, o DF está tendo um verão com chuvas, o que levará a alcançar a normalidade hidrológica.

Em 16 de janeiro, completa um ano que o racionamento foi instaurado em parte do DF. População e especialistas reclamam que o corte é desigual: mais brando para os mais ricos, que podem comprar diversas caixas-d’água, e mais duro com os pobres. Você concorda com esse pensamento?

Existe uma norma da Associação Brasileira de Normas Técnicas que obriga todos a terem uma caixa-d’água de 500 litros. Em São Paulo, na época da crise, nós (o governo) fizemos doações de caixas d’água para a população de baixa renda, mas isso ocorreu porque tínhamos condições de assim proceder. Realmente há impacto (em um racionamento), mas, por outro lado, se não tomarmos esse tipo de atitude, a população pode ficar em uma situação pior ainda.

O senhor ocupou o cargo de secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do estado de São Paulo e liderou o combate à crise hídrica em 2015. Quais ações considera fundamentais para a solução do desabastecimento na região?

O principal foi o envolvimento da população. Nós (governo) adotamos uma metodologia baseada em instrumentos econômicos, oferecendo um bônus para quem economizasse água. Quem diminuísse o consumo em até 10% receberia 10% de bônus no valor da conta de água. Quem economizasse entre 10 e 20%, receberia 20% de desconto, e quem economizava além disso receberia 30% de bônus. Isso foi alinhado a uma tarifa de contingência, que aumentava em até 100% a conta de quem consumia além da média de antes da crise. Isso fez com que as pessoas fossem reeducadas na utilização desse recurso precioso. De outro lado, fizemos uma integração dos sistemas. Em São Paulo, temos oito sistemas de abastecimento de água, os principais são a Cantareira, o Guarapiranga e o Alto Tietê. Nós integramos os três, com obras realizadas em tempo recorde, de maneira a aliviar o sistema Cantareira, que era aquele mais afetado pela falta de chuva.

Na oitava edição, o Fórum Mundial da Água escolheu como tema “Compartilhando água”. Qual o motivo da escolha?

A escolha ocorreu em função da importância do contexto transfronteiriço — aquilo que ultrapassa a fronteira de um país —, pois, hoje, nós temos 261 bacias hidrográficas no mundo, com rios transfronteiriços, cruzando dois ou mais países. Portanto, os organizadores entenderam que era um tema de importância, pois quem está águas abaixo costuma se sentir prejudicado por usos que são feitos águas acima. No nosso país, temos a bacia Amazônica, onde nós (o Brasil) estamos águas abaixo, e a bacia do Paraná/Prata, onde estamos acima. Então queremos discutir como as questões de soberania de território podem ser compatibilizadas com o compartilhamento da água. Por isso, é importante discutir meios de ter esse compartilhamento de uma forma eficiente e adequada.

Para garantir esse compartilhamento proposto pelo fórum, estão sendo desenvolvidas políticas públicas internacionais com o objetivo de integrar todos os governos em torno do tema?

A água, apesar de ser de interesse mundial, é tipicamente um tema local. Você pode ter um rio que passa por dois ou três países. Mas é algo sempre tratado como regional. Não é como o clima, que tem uma consequência global, como a produção de gases de efeito estufa. A política pública nesse tema tem que ser regional ou nacional. No entanto, evidentemente, a importância de cuidar da água tem que ser levada para todas as nações, usando o recurso de forma racional e consciente.

No Fórum Mundial da Água de 2012, na França, muitos especialistas disseram que a escassez de recursos hídricos pode causar conflitos e guerras no futuro. Seis anos depois, continuamos caminhando para esse cenário?

Se nós não tivermos uma boa gestão da água no contexto regional e transfronteiriço, podemos ter conflitos. Eu não creio que vamos chegar a situações tão graves como um combate armado, pois apenas uma pequena parcela das discussões chegou a esse ponto. Hoje, a questão de guerras pela água é algo um pouco retórico, mas tem o sentido de incentivar os países a cuidar bem da água e ter políticas de compartilhamento racional e eficiente.

Qual o objetivo desta edição do fórum?

Nós temos alguns temas muito importantes: a questão das mudanças climáticas, os impactos nos recursos hídricos e os financiamentos de infraestrutura hídrica, buscando aumentar a segurança no abastecimento. Temos ainda a questão das aglomerações urbanas, e como fazer uma gestão integrada na área urbana, levando em conta o abastecimento de água, o tratamento de esgoto e a coleta de resíduos sólidos. Queremos ver soluções que possam ser utilizadas a longo prazo. Apresentar soluções e influenciar a classe política, os tomadores de decisão. Por isso, pretendemos trazer ministros de Estado, prefeitos, parlamentares e governantes para o fórum.


8º Fórum Mundial da Água comercializa 100% da área de exposições

Publicado em: 16/01/2018

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A dois meses do o 8º Fórum Mundial da Água, a área de exposições (Expo) do evento já está totalmente ocupada por empresas e países. Para os expositores, é uma oportunidade para fechar negócios com entidades parceiras presentes no maior encontro do planeta a respeito do tema. O Fórum ocorrerá entre 18 e 23 de março de 2018, em Brasília.

A Expo terá 53 estandes. Portugal, Espanha, Marrocos, México, China, Inglaterra, Israel, Palestina, Suíça, Senegal, Holanda, França, Estados Unidos, Turquia, Coreia e Japão garantiram espaços.

Empresas como Nestlé, Ambev, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) também estão entre os expositores.

Entre as diversas atrações do evento, a Feira e a Expo são espaços privilegiados quando o assunto é representação institucional e participação pública. A Feira é um espaço gratuito, aberto ao público, e a expectativa é que 37 mil pessoas visitem o local. Já a Expo é restrita ao inscritos, e são esperados 7 mil participantes durante os dias do Fórum.

Na Feira do 8º Fórum Mundial da Água, cerca de 60% do espaço já está ocupado por estandes de diversos setores, incluídos consumidores, sociedade, ONGs, universidades, governo e conselhos. Sob o aspecto social, a Feira pode ser vista como uma vitrine para mostrar à sociedade soluções e ações quem vêm sendo executadas para manter a qualidade e o uso sustentável da água em diversos pontos do mundo.

Como parte essencial do Fórum, a Feira e a Expo do 8º Fórum Mundial da Água serão realizadas no Estádio Nacional Mané Garrincha, em uma área de aproximadamente 9.000 m² – 21% maior do que nas edições anteriores. O espaço fica a 500 metros do Centro de Convenção Ulysses Guimarães, onde ocorrerão outras atividades do evento, entre elas mais de 200 debates e sessões.

8º Fórum Mundial da Água

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos e é uma iniciativa do Conselho Mundial da Água, uma organização internacional com sede em Marselha, França, composta por representantes de governos, academia, sociedade civil, empresas e organizações não governamentais, formando um significativo espectro de instituições relacionadas com o tema água.

O evento é organizado no Brasil pelo Conselho Mundial da Água (WWC), pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), representado pela Agência Nacional das Águas (ANA), e pelo Governo do Distrito Federal, representado pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do Distrito Federal (Adasa). A Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) é integrante do Comitê Organizador Nacional (CON).

As sete edições anteriores foram realizadas em Marrakesh (Marrocos, 1997), Haia (Holanda, 2000), Kyoto (Japão, 2003), Cidade do México (México, 2006), Istambul (Turquia, 2009), Marselha (França, 2012) e Gyeongju e Daegu (Coréia do Sul, 2015).


Confira a programação preliminar do 8º Fórum Mundial da Água 2018

Publicado em: 11/01/2018

A organização do “8º Fórum Mundial da Água – Brasília 2018” liberou nessa terça-feira, dia 09, a programação preliminar do evento, contendo os títulos e nomes das Sessões ordinárias e Sessões especiais. O Consórcio PCJ foi nomeado para coordenar a Sessão “Informação e Treinamento para Tomadores de Decisão”, dentro do tema Capacitação no Processo Temático.

Confira a programação completa:

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Tema da água precisa estar na agenda do cidadão comum

Publicado em: 10/01/2018

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Para Ricardo Andrade, diretor executivo do 8º Fórum Mundial da Água, um dos principais objetivos do evento é fazer com que o tema água entre na agenda do dia a dia do cidadão: “Não só do cidadão mobilizado, aquele que discute o tema da água, mas daquele cidadão comum, que acha que a água nasce na torneira, que para ter água limpa precisa de torneira limpa, que não tem a percepção da importância de cuidar bem da água”, destaca.

Andrade ressalta que a realização do Fórum é um desafio e que a pretensão é transformar de fato a discussão política sobre a água e elevar a preocupação com o tema.

Ricardo Andrade foi entrevistado pela repórter Olga Bardawil, da Agência Brasil.

Veja a seguir os principais trechos da entrevista:

Agência Brasil: O que levou o Brasil a ser escolhido para sediar o Fórum Mundial da Água?

Ricardo Andrade: Vamos começar pelo papel da ANA, que é uma instituição nova, com apenas 17 anos – foi criada em 2000. Por ser uma agência nacional, que não tem escritórios regionais, mas atua em todo o país por meio de parcerias com órgãos estaduais, a ANA sempre buscou parcerias no exterior. A partir daí, marcamos presença no Conselho Mundial da Água (CMA), que é o promotor do Fórum Mundial da Água. A realização do fórum no Brasil se tornou quase que uma obrigação. E aqui há um ponto que precisa ser bem esclarecido: é o de que isso não foi uma iniciativa da ANA. A agência foi provocada. As diversas instituições brasileiras ligadas à água se reuniram e entenderam que estava na hora de realizar o fórum na América do Sul. E isso se justificava com o argumento de que o Brasil tinha o que mostrar: a maior oferta hídrica individual do mundo.

Agência Brasil: Como o país está lidando com esse desafio?

Andrade: É um desafio, sem dúvida. Alguns falam que teremos 30 mil participantes. Outros dizem que pode ser até mais do que isso. Mas a nossa pretensão não é fazer o fórum com o maior número de participantes, mas um fórum que de fato transforme a discussão política sobre a água, que eleve nossa preocupação com o tema da água. Acho que esse poderá ser o principal legado do fórum. Uma das expectativas é fazer com que a água entre na agenda do dia a dia do cidadão. Não só do cidadão mobilizado, aquele que discute o tema da água, mas daquele cidadão comum, que acha que a água nasce na torneira, que para ter água limpa precisa de torneira limpa, que não tem a percepção da importância de cuidar bem da água.

Agência Brasil: Como é essa presença brasileira no Conselho Mundial da Água?

Andrade: Desde 2003, a ANA atua no conselho, mas em 2009, resolvemos ampliar um pouco essa presença, porque a agência estava mais madura e queria ter uma representatividade maior. E dada a importância do Brasil na questão da água e a liderança que o país exerce nesse tema, a ANA passou a liderar o processo de engajamento internacional. Hoje, o presidente do Conselho Mundial da Água é um brasileiro, o professor Benedito Braga, representante da Escola Politécnica da Universidade São Paulo e atual secretário de Saneamento do estado de São Paulo. O Brasil tem ainda quatro governadores no Conselho.

Agência Brasil: Por que o senhor acha que falar em maior oferta hídrica passa a impressão de a água ser inesgotável?

Andrade: Porque dá a sensação de que nós temos muita água, que ela nunca via acabar e que não temos que nos preocupar com ela. E isso não é verdade. Nós temos essa água, sim. Mas onde tem água não tem gente e onde tem gente não tem água. Na Amazônia, tem água mas não tem gente. No Nordeste, em quase todo o litoral brasileiro, tem gente mas não tem água. E onde tem água e tem gente, muitas vezes, a água não é bem cuidada. É poluída, desperdiçada. Então, passando por essas reflexões, entendemos que era o momento de oferecer ao Conselho Mundial da Água a oportunidade de trazer o Fórum para o Hemisfério Sul.

Agência Brasil: Partindo dos resultados dos fóruns anteriores, o senhor diria que houve realmente um progresso na discussão do tema da água, desde o primeiro lá no Marrocos?

Andrade: Um fato inédito, por exemplo: nós temos um compromisso de desenvolvimento sustentável especifico para a água. Dizer que isso é resultado apenas das discussões ocorridas nos Fóruns Mundiais da Água talvez seja exagerado, mas dizer que os Fóruns Mundiais da Água não tiveram nada a ver com isso seria leviano e falso. Então, acho que os fóruns contribuíram sim para a discussão, mobilizaram a sociedade, e os seus resultados são reais. Hoje, você tem dezenas de eventos sobre água em diferentes regiões do mundo a cada ano. Sempre mobilizando as populações locais, a sociedade, os governantes.

Agência Brasil: Como esses eventos podem, de algum modo, trazer soluções?

Andrade: Não se consegue oferecer água de boa qualidade no tempo certo e no lugar correto se não tiver financiamento, se não tiver uma boa governança. Não adianta oferecer água se não tratar o esgoto, porque aí o manancial que se tinha para oferecer água perde a qualidade. E aí passa a se ter um problema de quantidade não porque falta água, mas porque falta qualidade. Então, o grande desafio, de fato, está nessa linha. Os investimentos do governo avançaram, a conscientização da população avançou. Estamos avançando, temos ainda muito a progredir, mas organizações como a ANA, as agências reguladoras estaduais, as companhias de saneamento, os governos, no Brasil em especial, têm trabalhado incansavelmente para melhorar os índices de qualidade de vida.

Agência Brasil: O senhor acredita que o Fórum Mundial da Água no Brasil vai ampliar essa compreensão do tema?

Andrade: Há um dado interessante que eu poderia citar a partir das reuniões preparatórias do fórum que tivemos em Brasília. Uma ocorreu em junho de 2016, antes da crise hídrica, e outra em Abril de 2017, durante a crise por que passa a capital. Na primeira reunião, 30% do público eram de moradores locais. Na segunda, esse público local era de 60%. Qual a diferença entre as duas reuniões? Em 2016, tínhamos normalidade no abastecimento de água e, em 2017, tínhamos uma situação de crise instalada. Os sinais são muito claros de que o fato de a crise estar instalada aumentou o interesse pelo tema água. Então, é possível que o fato de se correr o risco de não ter água em casa leve as pessoas a refletir sobre a água disponível, a necessidade de economizá-la, de usar essa água racionalmente, de protegê-la de certa forma, de cobrar os governantes, e não apenas os governantes, mas o cidadão, seu próprio vizinho.

Com informações da Agência Brasil.


Maior legado para o Brasil será cuidar da água com mais seriedade

Publicado em: 10/01/2018

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Para Ricardo Andrade, diretor executivo do 8º Fórum Mundial da Água, o maior legado que os debates do 8º Fórum Mundial da Água podem deixar para o país é levar o tema aos discursos políticos, sociais e da imprensa, para que os brasileiros tenham consciência sobre a importância dos recursos hídricos e passem a tratar a água com mais seriedade e cuidado.

O diretor destaca que as mudanças climáticas e eventos extremos estão causando grandes transtornos em todo o mundo, e isso não é diferente no Brasil.

“O Fórum é uma plataforma onde todos serão ouvidos e expressarão seus sentimentos, fazendo com que os políticos que fazem as leis escutem os cidadãos que precisam dessas leis para terem acesso à água de qualidade e em quantidades adequadas”, afirma Andrade.

Ricardo Andrade ressalta ainda a abrangência política, técnica e institucional do Fórum. Ele lembra que o evento é um processo aberto, que promove o diálogo entre governos, autoridades locais, organizações intergovernamentais, empresas públicas e privadas, jornalistas, academia, profissionais liberais e parlamentares.

Pela primeira vez, no Brasil, juízes e promotores também estão engajados no processo de discussão.

Ouça a íntegra da entrevista para o “Jornal da CBN”:

http://cbn.globoradio.globo.com/media/audio/149279/o-brasil-deve-tratar-o-tema-da-agua-com-maior-seri.htm

Fonte: Site Fórum Mundial da Água


Consórcio PCJ abre inscrições para apresentações em seu estande no 8º Fórum Mundial da Água

Publicado em: 04/01/2018

Estão abertas as inscrições para os associados do Consórcio PCJ que desejem realizar apresentações sobre suas experiências e projetos relacionados à gestão da água no mini auditório no estande que a entidade terá dentro da feira técnica do 8º Fórum Mundial da Água, que acontecerá de 18 a 23 de março, em Brasília (DF). Cada associado poderá inscrever uma sugestão de tema que depois serão arranjados em painéis distribuídos ao longo da semana de realização do evento.

Os interessados deverão enviar a proposta de apresentação para o e-mail parcerias@agua.org.br, em arquivo de word, com letra arial corpo 12, contendo: Título da Apresentação, Assunto (descrição do tema que será abordado com no máximo 500 caracteres), nome do palestrante com mini currículo e foto.

O Consórcio PCJ receberá as sugestões de apresentações dos associados até o dia 09/02/2018, quando então será organizada a programação do Estande da entidade. A participação na feira técnica do Fórum Mundial da Água é gratuita e aberta ao público geral.

Participação dos Patrocinadores

Os patrocinadores do espaço do Consórcio PCJ também terão direito de uso do mini auditório, de acordo com as cotas de patrocínio. O envio das sugestões de apresentações também deverá ser feito até o dia 09/02/2018, pelo mesmo e-mail citado acima.

O estande contará além do mini auditório, com um espaço para reuniões informais, onde as pessoas podem aproveitar para recarregar celulares, tablets e computadores, um mini estúdio para imprensa, e uma área para café com telão interativo.

Até o momento estão apoiando o estande do Consórcio PCJ as empresas, DAE Jundiaí, ARES-PCJ e SANASA Campinas, na cota ouro, e o Saae Atibaia na cota bronze. As empresas interessadas em patrocinar o espaço devem entrar em contato pelo e-mail agua@agua.org.br.


Participe do “PRÊMIO JOVEM DA ÁGUA DE ESTOCOLMO”

Publicado em: 03/01/2018

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Participe do mercado de soluções, não deixe para última hora!

Publicado em: 15/12/2017

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Publicado em: 15/12/2017

Sua Voz – Última chance para participar das discussões online para o 8º Fórum Mundial da Água

Desde o começo do ano, pessoas de todo mundo estão participando das discussões da plataforma Sua Voz worldwaterforum8.org/pt-br/sua-voz, contribuindo para a preparação do 8º Fórum Mundial da Água. O Fórum é o maior evento do planeta nessa área, e acontecerá de 18 a 23 de março de 2018, em Brasília. “Compartilhando Água” é o tema central do evento.

Seguindo o sucesso das etapas anteriores, lançamos a terceira rodada de discussões do Sua Voz. Você está convidado para participar e contribuir com questões ligadas à água que envolvam os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) nas seis salas de discussão: Clima, Pessoas, Desenvolvimento, Urbano, Ecossistemas e Financiamento.

Acesse o worldwaterforum8.org/pt-br/sua-voz.

Faça parte desse debate. Leve sua experiência para o 8º Fórum.

Não perca tempo! Você só tem até 4 de março de 2018 para participar!

Vá para o worldwaterforum8.org/pt-br/sua-voz para mostrar Sua Voz

Obrigado!

Contato:
yourvoice@worldwaterforum8.org


Fórum Mundial da Água deve atrair público de 40 mil pessoas

Publicado em: 15/2017

A cerca de cem dias do 8º Fórum Mundial da Água, o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, e o diretor-presidente da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa-DF), Paulo Salles, apresentaram à imprensa na manhã desta terça-feira (12) o planejamento para o encontro.

O evento ocorrerá de 18 a 23 de março de 2018 e envolverá governo, sociedade civil, empresas e instituições científicas nos debates sobre oferta e preservação de recursos hídricos. O público esperado é de cerca de 40 mil pessoas.

“Será um momento histórico para Brasília porque vamos reunir em torno de 7 mil estrangeiros, os maiores especialistas no tema água do mundo, vários chefes de Estado e o secretário-geral da ONU [Organização das Nações Unidas, António Guterres]”, destacou Rollemberg.

Para o chefe do Executivo, será uma oportunidade de compartilhar conhecimentos e “dar um salto de qualidade na relação com os recursos hídricos, no fortalecimento das políticas públicas de uso adequado da água”.

Esta será a primeira vez que o Hemisfério Sul sediará o fórum, que é considerado o maior sobre o assunto. O tema central será Compartilhando Água.

Evento ocorrerá em dois espaços
As atividades do 8º Fórum Mundial da Água ocorrerão em dois espaços: o Centro de Convenções Ulysses Guimarães e o Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

Uma das novidades desta edição será a Vila Cidadã, no estádio. Na área, de acesso gratuito, haverá debates, exposições, palestras, atividades culturais, artesanato e área de alimentação.

“A sociedade civil sempre participou de todos os fóruns, mas nunca teve uma predominância tão grande como terá desta vez. A Vila Cidadã vai receber mostras de atividades desenvolvidas pela sociedade civil em todos os países e aqui também”, ressaltou o diretor-presidente da Adasa-DF, Paulo Salles.

O estádio também abrigará exposição e feira. Será preciso inscrição prévia para acessar a área da exposição, que funcionará também como um espaço de negócios. A feira contará com mostras científicas e estandes de instituições que participam do evento.

No Centro de Convenções ocorrerão as cerimônias de abertura e encerramento do fórum, palestras e painéis com representantes internacionais. Para ter acesso ao local, é necessário se inscrever e pagar pela participação.

Inscrições para o 8º Fórum Mundial da Água estão abertas
A participação no congresso ocorre por meio de cadastro no portal do fórum. É possível participar de todos os painéis — com o passaporte para os seis dias —, comprar um passe para três dias ou adquirir passes diários.

Os valores do primeiro lote são: R$ 350 para a entrada diária; R$ 680 para três dias; e R$ 1.138 para o pacote de seis dias.

Estudantes têm desconto e pagam R$ 140 no tíquete por dia, R$ 280 no passe para três dias e R$ 455 no passaporte completo.

Participação do governo de Brasília
O governo de Brasília organizará evento paralelo de governadores e uma sessão especial com apresentação dos principais projetos do Executivo local.

O DF também vai manter um estande na área de exposição com 600 metros quadrados e haverá visitas técnicas e passeios a locais de interesse ao tema, como a Orla do Lago Paranoá.

O que é o Fórum Mundial da Água
Criado em 1996 pelo Conselho Mundial da Água, o fórum foi idealizado para estabelecer compromissos políticos acerca dos recursos hídricos.

O fórum ocorre a cada três anos e já passou por: Daegu, na Coreia do Sul (2015); Marselha, na França (2012); Istambul, na Turquia (2009); Cidade do México, no México (2006); Kyoto, no Japão (2003); Haia, na Holanda (2000); e Marrakesh, no Marrocos (1997).

Fonte: Agência Brasília


As inscrições com desconto para o 8º Fórum Mundial da Água foi prorrogada, aproveite!

Publicado em: 14/12/2017

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Organização do Fórum Mundial da Água abre inscrições para custear a participação da Sociedade Civil no evento

Publicado em 13/12/2017

Cidadãos de todo o mundo podem candidatar-se ao “Programa de Apoio à Participação da Sociedade Civil no 8º Fórum Mundial da Água”, pelo qual a organização do evento financiará a participação de representantes da Sociedade Civil de países em desenvolvimento, que devido às limitações financeiras não possuem condições de participar de eventos internacionais de grande porte.

O Programa apoiará a participação de cerca de 200 representantes da sociedade civil no Fórum que, prioritariamente, estejam envolvidos no processo preparatório e não possuam condições financeiras próprias para participar. O patrocínio poderá ser integral ou parcial, de acordo com a análise da organização.

Os beneficiados com apoio integral terão direito ao custeio de transporte (passagens de valor máximo de 1.500 euros), hospedagem e alimentação em hotéis de categoria de duas ou três estrelas com diárias de valor médio de 550 euros para os cinco dias de evento, além da credencial para os cinco dias do 8º Fórum Mundial da Água no valor de inscrição para países não membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).

Os interessados devem acessar a página do 8º Fórum na internet e obter mais informações sobre os critérios e condições do Programa, bem como preencher o questionário online. O prazo para receber as candidaturas vai até o dia 5 de janeiro de 2018.

O endereço de e-mail para perguntas ou esclarecimentos é o: citizen.sponsorship@worldwaterforum8.org

Acesse aqui o formulário: https://goo.gl/forms/ZQMoJWGJUtYonx8l1